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100 novos aplicativos menos conhecidos e extremamente úteis para Unraid

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O catálogo Community Applications é grande o bastante para esconder ferramentas excelentes sob milhares de templates, dependências, variantes e servidores de jogos. Esta pesquisa procura uma terceira leva de descobertas: cem aplicativos e plugins que não apareceram nas pesquisas anteriores 010 e 071, cobrindo desde proteção do próprio Unraid até backups, redes, segurança, desenvolvimento, documentos, áudio, automação residencial e necessidades muito específicas.

O objetivo não é instalar cem serviços. É ter um catálogo confiável para reconhecer a ferramenta certa quando surgir um problema. Presença no Community Applications reduz o atrito da instalação, mas não transforma um template comunitário em software auditado pela Lime Technology.

Resumo executivo

Em 14 de agosto de 2026, a API pública do Community Applications retornou 3.990 registros distribuídos em quarenta páginas na validação final. Depois de normalizar maiúsculas, espaços, hífens e aliases, as pesquisas 010 e 071 continham 314 nomes únicos. Todos foram excluídos; cada uma das cem escolhas abaixo ainda estava publicada com deprecated=false na API atual.

As descobertas mais interessantes desta edição estão nos extremos. De um lado, surgiram plugins pequenos e profundamente úteis ao Unraid, como Storage History, Docker Cleanup, HBAviewer, Files Viewer e ReelSentry. Do outro, há serviços especializados que raramente entram nas listas genéricas: Borg Backup UI, KyDNS, OpenCanary, LibreDB Studio, Storyteller, CamillaDSP-EQ, Printbuddy e um servidor privado de sincronização do KOReader.

Minha recomendação prática é instalar em ondas. Primeiro proteja configuração e dados; depois torne o servidor observável; só então adicione serviços de conveniência. Containers novos, templates recentes e aplicativos que pedem host, br0, privileged, dispositivos ou Docker socket devem passar por laboratório e backup antes de receber dados reais.

Metodologia e critérios

Como o catálogo foi examinado

  1. A página e a documentação oficial do Community Applications foram usadas para entender o catálogo, o Action Center e o limite do processo comunitário de revisão.
  2. A API ca.unraid.net/api/search foi percorrida nas páginas 0 a 39, com cem registros por página. A validação final totalizou 3.990 registros atuais.
  3. Foram extraídos os cem títulos numerados da pesquisa 010 e os trezentos da 071. A normalização produziu 314 nomes únicos, pois a segunda pesquisa absorveu boa parte da primeira.
  4. Cada candidato precisou estar na API com deprecated=false, ter template instalável e apontar para projeto, documentação ou repositório identificável.
  5. Templates duplicados, bancos auxiliares de uma stack, versões do mesmo produto e variantes de GPU/CPU foram tratados como um único aplicativo ou excluídos.
  6. Projetos muito conhecidos que dominam listas de Unraid — Plex, Jellyfin, Emby, Nextcloud, Home Assistant, Immich, Vaultwarden, Pi-hole, AdGuard Home e os principais arrs — ficaram de fora.

O que significa "menos conhecido"

Não há uma métrica pública perfeita. Contagem de downloads de imagem Docker é enganosa: um template pode herdar os bilhões de pulls de PostgreSQL, Redis ou Nginx. A seleção é editorial e privilegia ferramentas pouco citadas em guias comuns, projetos recentes com problema bem definido e utilitários especializados que fazem sentido perto dos dados ou do hardware do Unraid.

Escala de dificuldade e risco

  • Baixo: um container ou plugin simples, sem acesso sensível além do próprio appdata.
  • Médio: requer banco, vários volumes, caminhos coerentes, proxy, autenticação ou acesso de leitura a dados do host.
  • Alto: plugin de host, rede host/br0, Docker socket, dispositivo físico, escrita ampla nos shares ou serviço publicável na internet.
  • Especializado: o risco pode ser controlável, mas a configuração pressupõe conhecimento do protocolo, hardware ou ecossistema.

Os 20 que eu examinaria primeiro

PosiçãoAplicativoPor que merece prioridade
1Storage HistoryMostra crescimento real do armazenamento e ajuda a planejar capacidade antes da crise.
2Docker CleanupRecupera imagens não usadas com agenda, notificação e remoção de volumes somente com confirmação.
3Appdata Cleanup PlusLocaliza sobras de aplicativos removidos sem fingir que limpeza é backup.
4Borg Backup UITorna BorgBackup, navegação de arquivos e testes de restauração acessíveis pela interface do Unraid.
5DockkeepUne Restic e Rclone em planos agendados com interface web.
6Files ViewerVisualiza e administra muitos formatos diretamente no Unraid, com lixeira por share.
7ReelSentryDetecta eventos e falhas silenciosas de VMs sem alterar seu XML.
8HBAviewerExpõe estado de controladoras LSI/Broadcom que normalmente exige ferramentas de terminal.
9KyDNSCombina DNS local e diretório de serviços para um homelab pequeno.
10OpenCanaryHoneypot defensivo de baixo custo para perceber movimentos estranhos na rede.
11docker-socket-proxyReduz o acesso irrestrito ao Docker socket quando outro aplicativo realmente precisa dele.
12DuplicatiBackup criptografado e incremental com muitos destinos e interface amigável.
13SeaweedFSArmazenamento de objetos e arquivos escalável, útil como alternativa moderna de backend S3.
14NetSpyMostra tráfego por interface, processo e container em tempo real.
15Home-OpsCentral doméstica privada para tarefas, calendário, receitas, compras e registros.
16LibreDB StudioIDE SQL autohospedada e leve para administrar bancos pelo navegador.
17SnapOtterCaixa de ferramentas para imagens, áudio, vídeo, PDFs e automações em lote.
18PinePodsServidor de podcasts completo, com sincronização e clientes, sem depender de plataforma externa.
19StorytellerSincroniza texto e áudio para leitura imersiva de e-books e audiolivros próprios.
20PrintbuddyPainel especializado para administrar uma frota de impressoras 3D.

Alertas operacionais que valem para toda a lista

Appdata, pools e array

Dados de configuração e bancos pequenos devem ficar em pool SSD/cache com backup, normalmente sob /mnt/user/appdata. Bibliotecas grandes, arquivos de backup e mídia pertencem a shares separados. Para bancos sensíveis a latência e SQLite com muita escrita, um caminho direto no pool pode evitar a sobrecarga do FUSE, mas reduz portabilidade; documente a decisão. A documentação de containers do Unraid recomenda persistir explicitamente os dados variáveis porque tudo que fica apenas dentro do container desaparece na recriação.

PUID, PGID e caminhos iguais

Imagens LinuxServer e vários templates usam PUID=99 e PGID=100, correspondentes normalmente a nobody:users. Não copie esses números cegamente para imagens que documentam outro usuário interno. Quando dois containers acessam a mesma biblioteca, mantenha caminhos internos coerentes; /media em um e /data/movies no outro complica permissões, hardlinks e diagnóstico.

Rede host, br0 e portas

Use bridge como padrão. host é justificável para descoberta LAN, broadcast, mDNS, captura de tráfego ou muitas portas dinâmicas; br0 dá IP próprio, mas pode exigir macvlan/ipvlan e regras de firewall. Não exponha a WebGUI do Unraid. Os fundamentos de segurança oficiais recomendam minimizar redirecionamentos de porta, manter plugins atualizados e usar acesso remoto protegido.

Privileged, dispositivos e Docker socket

privileged equivale praticamente a entregar o host ao container. Para USB, GPU, scanner ou drive óptico, passe apenas o dispositivo necessário. Montar /var/run/docker.sock entrega poder equivalente a root; se uma aplicação aceita API restrita, prefira docker-socket-proxy e habilite somente os endpoints indispensáveis.

Bancos, segredos e atualização

Backup de /config não substitui dump consistente de PostgreSQL, MariaDB ou MongoDB. Guarde arquivos .env, chaves de criptografia e segredos fora do Git. Fixe versões em serviços críticos, leia notas de migração e teste restauração antes de atualizar. O guia oficial de diagnóstico Docker reforça que restauração depende dos dados persistentes mapeados e de redes personalizadas documentadas.

Tabela comparativa dos 100 aplicativos

AplicativoCategoriaUtilidade principalDificuldade/risco
1Storage HistoryUnraidhistórico de capacidade e previsãoMédio; plugin recente
2Docker CleanupUnraidlimpar imagens e volumes órfãosAlto; remoção destrutiva controlada
3Unraid Docker Page SpeedupUnraidacelerar página DockerMédio; plugin altera WebGUI
4Appdata Cleanup PlusUnraididentificar appdata abandonadoAlto; nunca apagar sem revisar
5HBAviewerUnraidmonitorar HBAs LSI/BroadcomMédio; plugin e hardware específico
6Files ViewerUnraidvisualizar e administrar arquivosAlto; escrita ampla nos shares
7ReelSentryUnraideventos e saúde de VMsMédio; hook libvirt
8Screen for UnraidUnraidsessões persistentes de terminalMédio; plugin de host
9Secure Unraid WebGUI with acme.shUnraidcertificado TLS confiável na WebGUIAlto; DNS, certificados e host
10PushWardUnraidnotificações e Live Activities no iPhoneMédio; plugin e serviço externo
11Borg Backup UIBackupBorgBackup guiado e restauraçãoMédio; plugin Python dependente
12DockkeepBackupRestic e Rclone por interfaceMédio; credenciais remotas
13DuplicatiBackupbackup criptografado multidestinoMédio; teste de restauração obrigatório
14TailVaultBackupdestino SFTP privado via TailscaleMédio; depende de Tailnet
15SeaweedFSArmazenamentoobjetos S3 e arquivos distribuídosAlto; arquitetura e recuperação
16icloudpdBackupbaixar biblioteca do iCloud PhotosMédio; sessão e 2FA
17airvaultBackupbackup local de iPhoneAlto; rede host e projeto jovem
18handoffArquivoslinks temporários para arquivos locaisMédio; exposição e expiração
19OpenCloudArquivossincronização e compartilhamentoAlto; identidade, TLS e metadados
20bitwarden-exportBackupexportação agendada de cofreAlto; arquivo contém segredos
21GlancesObservabilidadevisão geral do hostBaixo/médio; mounts somente leitura
22Grafana AlloyObservabilidadecoletor OpenTelemetry/Prometheus/LokiMédio; configuração textual
23VectorObservabilidadepipeline de logs e métricasMédio; acesso a fontes de log
24syslog-ngObservabilidadeconcentrador syslogMédio; retenção e portas de rede
25GoAccess-NPMLogsObservabilidadeanalisar logs do Nginx Proxy ManagerMédio; leitura de logs compartilhados
26topographerObservabilidadetopologia do homelabMédio; host network e projeto recente
27NetSpyObservabilidadetráfego por processo/containerAlto; visibilidade do host
28MySpeedObservabilidadehistórico de velocidade da internetBaixo
29UmamiObservabilidadeanalytics web privativoMédio; banco e proxy
30LoggiflyObservabilidadealertas a partir de logs DockerMédio; socket/logs e regras
31KyDNSRedeDNS local e diretório de serviçosAlto; br0 e DNS crítico
32ddns-updaterRedeatualizar muitos provedores DDNSMédio; tokens DNS
33Nginx UIRedeadministrar Nginx e certificadosAlto; proxy exposto
34ratholeRedetúnel reverso através de VPSAlto; plugin e endpoint público
35Twingate ConnectorRedeacesso zero-trust gerenciadoMédio; dependência de nuvem
36docker-socket-proxySegurançarestringir API DockerAlto; configuração errada ainda expõe host
37OpenCanarySegurançahoneypot multiprotocoloAlto; host network e alertas
38PasswordPusher EphemeralSegurançatransmitir segredo descartávelMédio; link ainda precisa canal seguro
39ClamAVSegurançavarredura antimalwareMédio; CPU, RAM e falsos positivos
40frak-gvmSegurançascanner OpenVAS/GVMAlto; pesado e especializado
41OfeliaAutomaçãoagendar tarefas em containersAlto; privileged/Docker socket
42DirectusDadosAPI e painel sobre banco SQLMédio; banco e permissões
43PocketBaseDadosbackend SQLite compactoMédio; backup do arquivo e uploads
44BytebaseDadosmudanças e governança de bancosAlto; credenciais administrativas
45LibreDB StudioDadosIDE SQL no navegadorMédio; acesso aos bancos
46GitHub Actions RunnerDesenvolvimentoCI local conectado ao GitHubAlto; executa código de workflows
47LocalStackDesenvolvimentoemular serviços AWS localmenteMédio/alto; consumo variável
48VerdaccioDesenvolvimentoregistro npm privado e cacheMédio; autenticação e armazenamento
49TypesenseDadosbusca textual rápidaMédio; índice não substitui fonte
50MeilisearchDadosmecanismo de busca para aplicaçõesMédio; chaves e reindexação
51Home-OpsProdutividadegestão integrada da casaMédio; projeto jovem e dados pessoais
52BudgeroFinançasorçamento zero-based criptografadoMédio; exportação e recuperação
53TagarisEmpresainventário de ativos de TIMédio; projeto recente
54LabbyHomelabinventário, rack, IPs e documentaçãoMédio; credenciais SSH opcionais
55invoice-collectorEmpresacoletar e organizar faturasAlto; stack com MongoDB e dados fiscais
56Cal.comProdutividadeagendamento autohospedadoAlto; banco, e-mail e URL pública
57Reactive Resume v5Documentoscriar e compartilhar currículosMédio; banco e armazenamento
58OverleafDocumentosedição colaborativa de LaTeXAlto; stack e memória
59DocuSealDocumentosformulários e assinaturas eletrônicasMédio/alto; dados sensíveis e validade jurídica
60CryptPadDocumentossuíte colaborativa cifradaAlto; proxy, storage e backups
61TeedyDocumentosDMS leve com OCR e buscaMédio; banco e anexos
62Standard Notes ServerNotassincronização privada de notasAlto; vários componentes e chaves
63PrivateBinUtilitárionotas descartáveis cifradas no clienteBaixo/médio; retenção e metadados
64PlantUMLUtilitáriodiagramas como códigoBaixo
65CalendarITProdutividadecalendário autohospedado simplesMédio; projeto jovem
66CyberChefUtilitáriotransformar e analisar dadosBaixo; não confundir com cofre
67QDirStatUtilitáriovisualizar consumo por diretórioAlto; pode apagar arquivos
68Double CommanderUtilitáriogerenciador de arquivos em duas colunasAlto; acesso de escrita amplo
69OmniToolsUtilitárioconversões locais no navegadorBaixo/médio; arquivos temporários
70scanservjsDocumentoscompartilhar scanner via webAlto; privileged/USB
71PinePodsMídiaservidor e sincronização de podcastsMédio; banco e downloads
72KoillectionColeçõescatalogar objetos e coleçõesMédio; banco e imagens
73Calibre-Web-AutomatedLivrosimportar e converter e-booksMédio; permissões na biblioteca
74LANraragiQuadrinhosler e indexar arquivos de imagemMédio; metadados e plugins
75LibationAudiolivrosexportar biblioteca Audible própriaMédio; conta e DRM/licença
76StorytellerLivrossincronizar e-book e narraçãoMédio/alto; processamento
77MusicBrainz PicardMúsicaidentificar e etiquetar músicasAlto; altera metadados
78OwnToneMúsicaservidor DAAP/MPD/AirPlayAlto; rede host e áudio
79HandBrakeVídeotranscodificação manual/automáticaMédio/alto; CPU/GPU e escrita
80MakeMKVVídeopreservar discos próprios em MKVAlto; drive óptico e aspectos legais
81EMQXIoTbroker MQTT com painelAlto; host network e autenticação
82openHABIoTautomação residencial independenteAlto; br0, dispositivos e integrações
83ioBrokerIoTintegrar múltiplos ecossistemasAlto; muitos adaptadores
84HomebridgeIoTlevar acessórios ao HomeKitAlto; host/mDNS e plugins
85ChirpStackIoTservidor de rede LoRaWANAlto; exige gateway, MQTT e banco
86diyHueIoTemular ponte Philips HueAlto; br0 e descoberta LAN
87ring-mqttIoTintegrar dispositivos Ring por MQTTAlto; tokens de conta e API externa
88Enphase Envoy MQTTEnergiapublicar dados solares em MQTTMédio; credenciais locais do Envoy
89WeeWXMeteorologiaregistrar estação meteorológicaAlto; hardware e drivers
90PrintbuddyImpressão 3Dadministrar frota de impressorasAlto; host network e dispositivos
91GoogleFindMyToolsWebUiLocalizaçãoarquivar Find My Device em servidor próprioAlto; credenciais Google e projeto jovem
92Find My TimelineLocalizaçãohistórico local de Apple Find MyAlto; 2FA e dados extremamente sensíveis
93CamillaDSP-EQÁudioDSP e equalização pelo navegadorAlto; áudio, dispositivos e ajuste técnico
94SnapOtterMídia200+ ferramentas e pipelines locaisMédio/alto; carga e arquivos temporários
95Local Deep ResearchIApesquisa assistida localmenteAlto; LLM, busca e consumo
96WhishperIA/áudiotranscrição local por WhisperAlto; CPU/GPU e privacidade
97MagicMirror²Nichopainel modular para smart mirrorMédio; plugins comunitários
98TileServer GLMapasservir mapas vetoriais/raster locaisMédio/alto; dados e renderização
99NightscoutSaúdevisualizar dados de glicoseAlto; dado médico e disponibilidade
100PhotoStructureFotosdeduplicar e organizar acervo fotográficoMédio; modelo freemium e biblioteca grande

Plugins e ferramentas específicas do Unraid

Plugins executam no host e não recebem o mesmo isolamento de um container. A vantagem é uma integração que Docker não consegue oferecer; a contrapartida é revisar compatibilidade após cada atualização do Unraid.

1. Storage History

O Storage History acrescenta ao Dashboard histórico de espaço usado, média de crescimento, estimativa de capacidade restante e tráfego agregado dos discos. É o tipo de função pequena que muda decisões: em vez de descobrir que o array está cheio, você percebe meses antes que o padrão de crescimento exige outro disco.

O projeto e seu template do CA são recentes, licenciados sob MIT e tiveram atividade em agosto de 2026. Consumo: baixo. Persistência: histórico local do plugin. Cuidado: a integração com a WebGUI pode precisar de ajuste após versões novas do Unraid; exporte ou aceite perder o histórico, que não substitui monitoramento nem backup.

2. Docker Cleanup

O Docker Cleanup agenda a remoção de imagens que não estão ligadas a containers e informa quanto espaço recuperou. Volumes não são removidos automaticamente: a operação manual mostra a lista e exige confirmação, uma escolha de segurança importante.

É MIT e entrou no CA em agosto de 2026. Consumo: mínimo. Risco: alto por natureza, pois limpeza é destrutiva. Comece com execução manual, confira se não mantém imagens antigas para rollback e lembre que uma imagem removida precisará ser baixada novamente. Nunca trate “volume sem container” como prova de que os dados podem ser apagados.

3. Unraid Docker Page Speedup

O Unraid Docker Page Speedup reduz o trabalho que a página Docker realiza continuamente, melhorando abertura e uso de CPU/GPU em instalações com muitos containers. É particularmente interessante para painéis grandes acessados durante longos períodos.

O plugin MIT é novo e seu template estava ativo. Consumo: desprezível. Cuidado: ele modifica comportamento interno da WebGUI; teste com sua versão, desative primeiro se a página Docker apresentar anomalias e verifique o repositório antes de atualizar o Unraid.

4. Appdata Cleanup Plus

O Appdata Cleanup Plus procura diretórios que sobraram depois da remoção de containers. Isso evita que anos de testes deixem gigabytes esquecidos no pool, mas também encontra dados preservados intencionalmente para reinstalação.

Use a ferramenta para classificar, não para apagar em massa. Confira o caminho, o último uso, o template em Previous Apps e a existência de backup. Consumo: baixo. Risco: alto quando usado sem revisão. Um nome de pasta não prova que o conteúdo é descartável, e limpar appdata jamais corrige uma estratégia ruim de retenção.

5. HBAviewer

O HBAviewer mostra controladoras SAS LSI/Broadcom das famílias 9200, 9300 e 9400, detectando a geração e usando lsiutil ou storcli conforme necessário. Em servidores com muitos discos, centraliza informações que normalmente ficam escondidas em comandos e firmwares diferentes.

É um plugin MIT recente. Consumo: baixo. Ideal para: quem usa HBA em modo IT e precisa identificar controladora, portas ou sinais de problema. Cuidado: confirme a matriz de hardware; não atualize firmware nem altere configuração só porque uma opção apareceu. Guarde backup da configuração e mapeamento físico dos discos.

6. Files Viewer

O Files Viewer abre imagens, texto, PDF, vídeo, arquivos compactados e SQLite no navegador e oferece operações de arquivo. Exclusões vão para uma lixeira por share, o que reduz acidentes em comparação com remoção imediata.

O benefício é grande para inspeções rápidas, mas a permissão é igualmente grande. Monte somente shares realmente necessários e comece em leitura quando possível. Consumo: baixo a moderado conforme preview. Risco: alto, pois uma vulnerabilidade no painel pode alcançar arquivos. Mantenha-o apenas na LAN/VPN, proteja autenticação e defina expiração da lixeira.

7. ReelSentry

O ReelSentry acompanha início, parada, pausa, reboot e falha de VMs e pode testar ping, porta TCP ou QEMU Guest Agent. Ele usa um hook libvirt com namespace próprio, mantém histórico e envia notificações nativas ou Discord, sem alterar o XML das VMs.

O desenho fail-open evita que erro do plugin impeça a mudança de estado de uma VM. Consumo: baixo. Maturidade: projeto MIT novo; valide em VMs não críticas. Ajuste limiares para não confundir manutenção com falha e não considere ping uma prova completa de saúde da aplicação.

8. Screen for Unraid

O Screen for Unraid instala GNU Screen no host. Uma sessão persistente permite iniciar um comando longo, desconectar o SSH e retornar depois, algo útil em cópias, diagnósticos e tarefas interativas.

É simples, MIT e de baixo consumo. Cuidado: Screen não transforma um comando manual em serviço confiável. Para tarefas recorrentes prefira User Scripts, cron ou container. Nomeie sessões, não deixe shells privilegiados esquecidos e nunca cole segredo que ficará no histórico ou visível a quem obtiver acesso ao host.

9. Secure Unraid WebGUI with acme.sh

O Secure Unraid WebGUI with acme.sh automatiza certificado confiável para a WebGUI usando ACME. Resolve alertas de certificado dentro da rede sem colocar um proxy reverso na frente da interface administrativa.

Risco: alto. O plugin mexe com certificado e serviço web do host e exige token DNS ou desafio compatível. Faça backup do flash, proteja a credencial e documente como reverter ao certificado padrão. Um certificado válido não torna seguro expor a WebGUI à internet; continue usando LAN ou VPN.

10. PushWard

O PushWard encaminha notificações do Unraid ao iPhone e cria Live Activities para paridade, rebuild, mover, backup de appdata, VM e UPS. É uma camada de visibilidade interessante para tarefas que levam horas.

Consumo: baixo. Modelo: plugin cliente de um serviço/app externo; verifique política de privacidade, disponibilidade e custos atuais. Trate tokens como segredo e mantenha alertas nativos ou outro canal de reserva. Uma notificação entregue não é confirmação de que o job terminou corretamente.

Backup, sincronização e serviços de arquivo

11. Borg Backup UI

O Borg Backup UI guia criação de repositórios, planos, relatórios, navegação de arquivos e testes de restauração do BorgBackup. Ele reduz a barreira da CLI sem esconder conceitos essenciais como passphrase, retenção e verificação.

O plugin MIT é novo e requer o plugin Python 3 for Unraid. Consumo: baixo fora dos jobs. Persistência: configuração, chaves e repositórios. Mantenha a chave fora do servidor, envie pelo menos uma cópia para outro equipamento/local e teste a restauração de arquivos e de uma pasta inteira. Paridade não é backup.

12. Dockkeep

O Dockkeep combina planos Restic e sincronizações Rclone em um único container com interface. Serve a quem quer snapshots criptografados e também cópias ou espelhamentos, sem juntar scripts independentes.

É MIT, recente e ainda pequeno. Consumo: baixo em repouso, variável durante hash/upload. Monte fontes como somente leitura quando não houver restauração direta, limite concorrência e proteja credenciais de nuvem. Sincronização pode propagar exclusão; Restic cria histórico. Use cada modo conscientemente e restaure uma amostra antes de confiar.

13. Duplicati

O Duplicati faz backups incrementais, compactados e criptografados para armazenamento local, SFTP, WebDAV, S3, B2, OneDrive e outros destinos. O template atual usa a imagem LinuxServer e oferece PUID/PGID, origem, destino local e chave de criptografia das configurações.

É um projeto maduro de código aberto (LGPL). Consumo: moderado durante varredura; a base local pode crescer. Defina senha forte, guarde-a offline, não exponha a interface e não confie apenas em mensagens “sucesso”. Agende verificação, acompanhe compactação do banco e execute restaurações regulares em diretório separado.

14. TailVault

O TailVault oferece a uma pessoa ou servidor remoto um destino SFTP limitado sobre Tailscale. O convidado grava apenas na pasta definida e não recebe uma conta shell nem visibilidade do restante do Unraid.

Consumo: baixo. Dependência: Tailscale habilitado no container e compartilhamento correto na tailnet. Use usuário e senha exclusivos, ou chave quando suportada, limite a quota do share e mantenha o backup recebido separado do seu próprio appdata. O remetente deve criptografar antes de enviar, pois o administrador do destino controla o armazenamento.

15. SeaweedFS

O SeaweedFS reúne volumes, namespace de arquivos e API compatível com S3. É Apache-2.0, muito ativo e apropriado para muitos objetos pequenos, repositórios de backup e aplicações que precisam de object storage.

Dificuldade: alta. Um container único é ótimo para laboratório, mas não entrega a resiliência de uma topologia distribuída. Documente master, volume e filer, persista todos os metadados, proteja chaves S3 e monitore espaço. Replicação mantém disponibilidade; não protege contra exclusão lógica, corrupção replicada ou credencial comprometida.

16. icloudpd

O icloudpd baixa fotos e vídeos do iCloud para armazenamento local. O template comunitário empacota o projeto para execução periódica no Unraid, útil para criar uma cópia independente da nuvem.

Consumo: moderado no primeiro download. Persistência: cookies/sessão, configuração e biblioteca. A autenticação da Apple pode exigir 2FA periódico; observe logs para não descobrir meses depois que a sessão expirou. Use pasta de entrada separada, preserve originais e não interprete sincronização unilateral como único backup.

17. airvault

O airvault recebe backups de iPhone diretamente no Unraid. É uma proposta rara e conveniente para quem quer reduzir dependência do iCloud, mas o template usa rede host e o projeto era jovem na data da pesquisa.

Risco: alto. Confirme licença, formato de backup, restauração completa e comportamento após atualização do iOS antes de adotar. Isole na LAN, não exponha portas, reserve espaço e mantenha outra cópia. Um backup que nunca foi restaurado para um aparelho de teste ainda é uma hipótese.

18. handoff

O handoff transforma um arquivo ou diretório do servidor em link de download com expiração. É a solução para “preciso entregar isto uma vez”, sem criar conta em uma nuvem nem copiar para um serviço externo.

Consumo: baixo, largura de banda conforme transferência. Monte uma pasta de entrega dedicada em vez do array inteiro, imponha prazo curto e use proxy HTTPS se o link sair da LAN. Um URL secreto pode ser encaminhado; dados sensíveis precisam de criptografia adicional e o servidor deve registrar o mínimo de metadados necessário.

19. OpenCloud

O OpenCloud é uma plataforma moderna de sincronização e compartilhamento da família ownCloud/oCIS. O template escolhido automatiza inicialização, corrige permissões PUID/PGID e permite armazenamento local ou blobs em S3.

Dificuldade: alta. O diretório de metadados local continua indispensável mesmo com S3; perdê-lo deixa objetos sem árvore compreensível. Use pasta nova, driver posix por padrão, URL pública correta, proxy/TLS bem configurado e backup conjunto de configuração, metadados e blobs. Confira a licença/edição atual antes de uso empresarial.

20. bitwarden-export

O bitwarden-export agenda exportações de um cofre Bitwarden/Vaultwarden. Ele protege contra exclusão acidental, falha de sincronização ou problema no servidor de origem.

O perigo é criar uma cópia mais fácil de roubar que o próprio cofre. Exporte somente em formato criptografado quando possível, armazene em share inacessível aos usuários comuns e envie uma cópia offline. Proteja token/senha, limite retenção e teste importação em cofre vazio. Consumo: baixo. Risco: crítico por concentrar todos os segredos.

Observabilidade, logs e capacidade

21. Glances

O Glances apresenta CPU, memória, processos, discos, rede e containers em uma interface compacta. É LGPL e maduro, ótimo para diagnóstico imediato sem implantar Prometheus e Grafana.

Monte /proc, /sys e informações Docker somente conforme o template realmente exige e mantenha o painel na LAN. Consumo: baixo a moderado conforme frequência e plugins. Glances mostra o presente e um pouco de histórico; para retenção longa, envie métricas a um backend ou use uma plataforma apropriada.

22. Grafana Alloy

O Grafana Alloy é um coletor Apache-2.0 para métricas, logs, traces e profiles compatível com OpenTelemetry e Prometheus. Substitui vários agentes quando a telemetria precisa sair do Unraid para Loki, Prometheus, Tempo ou Grafana Cloud.

Dificuldade: intermediária. O consumo depende dos pipelines; filtros ruins podem gerar volume enorme. Monte logs como leitura, remova dados sensíveis, limite cardinalidade e buffering e proteja credenciais de destino. Alloy coleta e encaminha: não é, sozinho, banco de métricas nem painel.

23. Vector

O Vector recebe, transforma e envia logs/métricas com uma linguagem de remapeamento poderosa. A licença MPL-2.0 e a arquitetura em Rust tornam-no atraente para substituir cadeias de sidecars e scripts.

Consumo: baixo a moderado. Comece com uma fonte e um destino, valide parsing e adicione backpressure antes de centralizar tudo. Campos de log podem conter tokens, URLs privadas e dados pessoais; filtre antes de transmitir. Persista buffers em disco quando perda durante indisponibilidade do destino for inaceitável.

24. syslog-ng

O syslog-ng Open Source Edition transforma o Unraid em concentrador de syslog para roteadores, switches, UPS, APs e outros servidores. Ter logs fora do aparelho é valioso justamente quando ele reinicia ou falha.

Use TCP/TLS quando os equipamentos permitirem, separe fontes por host/programa e crie rotação. Consumo: normalmente baixo; retenção mal definida enche o pool. Não exponha UDP/514 à internet e não aceite logs de qualquer origem. Faça backup somente do que tem valor de auditoria; logs infinitos não são estratégia.

25. GoAccess-NPMLogs

O GoAccess-NPMLogs gera relatórios de tráfego a partir dos logs do Nginx Proxy Manager. Ajuda a identificar hosts acessados, erros, crawlers e picos sem enviar dados a analytics externo.

Monte os logs do NPM como somente leitura. Consumo: baixo, subindo ao reprocessar arquivo grande. Os relatórios contêm IPs e URLs, portanto também são dados sensíveis. Ajuste formato exatamente ao NPM, ative rotação e não use estatísticas como substituto de WAF, rate limit ou logs de aplicação.

26. topographer

O topographer desenha uma visão de topologia de rede e hardware do homelab. É útil para documentar conexões, máquinas e serviços de forma mais visual que uma planilha.

O projeto MIT é recente e o template usa host. Consumo: baixo. Risco: o mapa da infraestrutura é informação valiosa para um invasor. Mantenha na LAN, não guarde senhas na descrição e exporte a documentação periodicamente. Confirme se a descoberta é ativa ou manual antes de permitir acesso a todas as interfaces.

27. NetSpy

O NetSpy mostra throughput por interface, processo e container em tempo real. Resolve uma pergunta recorrente: “quem está usando a rede agora?”, sem montar uma pilha completa de flow logs.

Para enxergar processos, o container precisa de visibilidade ampliada do host. Risco: alto; revise namespaces, capabilities e mounts no template. Restrinja o painel à LAN e evite capturar payload quando só precisa de contadores. Consumo: baixo a moderado conforme interfaces e taxa de atualização.

28. MySpeed

O MySpeed agenda testes de velocidade e guarda histórico, permitindo comparar horário, latência, download e upload. É mais útil que um teste esporádico ao discutir degradação com o provedor.

Consumo: baixo em repouso, mas cada teste consome banda e pode interferir em chamadas, jogos ou backups. Agende com parcimônia, use servidor consistente e leia resultados junto da carga local. O histórico pertence ao appdata; inclua banco e configuração no backup.

29. Umami

O Umami oferece analytics web privativo e leve. Em vez de entregar navegação a uma plataforma publicitária, você controla eventos, retenção e acesso.

É MIT, ativo e exige banco. Dificuldade: intermediária. Use domínio HTTPS, segredo de aplicação forte e usuário restrito no banco; faça dumps consistentes. Respeite consentimento e minimização de dados mesmo sendo autohospedado. Analytics próprio não elimina LGPD nem torna toda coleta necessária.

30. Loggifly

O Loggifly observa logs de containers e dispara notificações quando regras encontram erros ou padrões relevantes. É uma ponte leve entre “olhar Dozzle manualmente” e montar SIEM.

Consumo: baixo. Para ler containers, pode precisar do socket ou arquivos de log; prefira leitura restrita/proxy. Comece com poucas expressões, use cooldown e teste exemplos para evitar tempestade de alertas. Não inclua segredos nem linhas completas sensíveis na mensagem enviada ao serviço externo.

Rede, publicação e segurança defensiva

31. KyDNS

O KyDNS combina DNS autoritativo/local e diretório de serviços para casa, laboratório ou pequena equipe. É AGPL-3.0, recente e usa br0 para ter endereço próprio.

Um DNS interno simples melhora nomes e descoberta, mas vira infraestrutura crítica. Configure servidor secundário ou fallback, limite recursão à LAN, não abra porta 53 na WAN e faça backup das zonas. O template reduz capabilities e devolve apenas as necessárias, um bom sinal, mas o projeto ainda precisa provar maturidade.

32. ddns-updater

O ddns-updater atualiza registros A/AAAA em muitos provedores e oferece interface e estado. É uma alternativa organizada a vários containers pequenos, um por domínio.

O projeto MIT é maduro e leve. Guarde tokens em appdata protegido, use escopo somente na zona/registro necessário e não exponha a interface. Configure período razoável e alertas de falha; DNS atualizado não garante que firewall, CGNAT ou proxy permitam acesso.

33. Nginx UI

O Nginx UI edita configurações, testa sintaxe, acompanha logs e administra certificados do Nginx por interface. É útil quando você quer o Nginx real sem gerenciar tudo por terminal.

O projeto é AGPL-3.0 e ativo. Risco: alto, pois o painel controla o proxy que publica seus serviços. Mantenha-o atrás de VPN ou autenticação forte, faça backup dos arquivos antes de salvar, valide nginx -t e não confunda interface conveniente com configuração segura de headers, TLS e rate limits.

34. rathole

O plugin rathole para Unraid gerencia o cliente do túnel reverso Rust rathole. Um servidor em VPS recebe conexões e encaminha apenas os serviços definidos, contornando CGNAT sem depender de Cloudflare.

É Apache-2.0, mas a operação é avançada. Proteja tokens e chave, exponha o mínimo, mantenha TLS e autenticação na aplicação final e aplique firewall na VPS. O plugin roda no host; para isolamento maior, avalie o cliente em container. Túnel cria alcance, não autorização.

35. Twingate Connector Official

O Twingate Connector cria acesso privado a recursos internos sem abrir portas. O serviço aplica identidade e políticas na nuvem e o connector faz apenas saída.

Modelo: proprietário/SaaS com plano e limites que podem mudar; não é solução totalmente autônoma. Consumo: baixo. Use token exclusivo, dois connectors para alta disponibilidade quando necessário e políticas por recurso, não por rede inteira. Avalie dependência externa e procedimento de emergência caso o serviço ou sua conta fiquem indisponíveis.

36. docker-socket-proxy

O docker-socket-proxy coloca um proxy HTTP diante do Docker socket e permite liberar endpoints específicos. É melhor que entregar /var/run/docker.sock diretamente a dashboards, automações e coletores que só precisam listar containers ou ler eventos.

É Apache-2.0 e maduro, mas não é sandbox mágico. Métodos de criação, execução, volumes, plugins ou escrita podem levar a root no host. Desative tudo e habilite só o necessário, isole em rede interna e não publique a porta. Se o consumidor exige acesso total, o proxy não reduz o risco.

37. OpenCanary

O OpenCanary simula SSH, FTP, HTTP, SMB, banco e outros serviços para alertar quando alguém os toca. É BSD-3-Clause e amplamente usado como sensor defensivo de baixo custo.

O template usa host, portanto portas podem colidir com serviços verdadeiros. Escolha protocolos não usados, valide alertas e mantenha o honeypot sem dados reais. Ele detecta; não bloqueia, não contém e pode gerar falso positivo. Coloque-o em segmento apropriado e envie eventos a canal fora do próprio Unraid.

38. PasswordPusher Ephemeral

O Password Pusher cria links que expiram por tempo ou número de visualizações. A variante Ephemeral reduz persistência e é útil para enviar uma senha temporária sem deixá-la para sempre em e-mail ou chat.

É GPL-3.0. Use HTTPS, domínio controlado e prazo curto; envie o link e o contexto por canais diferentes. Um URL é um bearer token: quem o tiver pode abrir. Para uso empresarial, configure logs mínimos, política de retenção e instância interna; não compartilhe chaves que não possam ser rotacionadas.

39. ClamAV

O ClamAV é o antivírus GPL mantido pela Cisco/Talos. No Unraid, faz sentido para varrer uploads, shares compartilhados com Windows ou diretórios de entrada, não como promessa de proteção total do host.

O template selecionado executa ferramenta/daemon e exige definir caminhos. Monte somente as fontes, prefira leitura, atualize assinaturas e coloque quarentena em diretório separado; não apague automaticamente. Consumo: RAM moderada e CPU alta em varredura. Arquivos grandes e muitos pequenos podem acordar todos os discos.

40. frak-gvm

O frak-gvm empacota Greenbone/OpenVAS para varredura de vulnerabilidades. É capaz de testes autenticados e não autenticados, mas traz feeds grandes, vários componentes e consumo muito superior ao de um scanner simples.

Dificuldade e consumo: altos. Faça scans somente em ativos que você administra, agende fora do pico, limite paralelismo e proteja credenciais de testes autenticados. Persistir dados e feeds pode usar dezenas de gigabytes. Resultado é ponto de partida: confirme falsos positivos e priorize exposição e impacto.

Automação, desenvolvimento e plataformas de dados

41. Ofelia

O Ofelia é um agendador leve escrito em Go para executar comandos em containers existentes ou iniciar jobs Docker. Centraliza tarefas que acabariam espalhadas em cron e scripts.

O template atual usa privileged e acesso Docker, combinação poderosa demais para um simples calendário. Tente remover privileged, use socket proxy se os endpoints necessários permitirem e não execute conteúdo vindo de usuário. Consumo: baixo. Maturidade: projeto open source estabelecido, mas o último ciclo de manutenção deve ser conferido antes de adotar em tarefas críticas.

42. Directus

O Directus transforma tabelas SQL em painel administrativo, API REST/GraphQL, permissões e automações. É excelente para construir pequenos sistemas internos sem escrever um backoffice inteiro.

O projeto usa modelo source-available/open core; confira os termos atuais, especialmente em empresa. Dificuldade: média. Use banco dedicado, usuário SQL restrito, segredo forte, SMTP e backup de banco/uploads. Nunca aponte Directus para uma base de produção antiga sem revisar o que o serviço poderá ler e alterar.

43. PocketBase

O PocketBase reúne SQLite, autenticação, arquivos, API em tempo real e painel num único binário MIT. É uma base excelente para ferramenta pessoal, protótipo e aplicação interna pequena.

Consumo: muito baixo. Persista pb_data e eventuais hooks/migrations e faça snapshot consistente do SQLite. Um único processo facilita operação, mas não oferece alta disponibilidade horizontal. Proteja o painel administrativo, valide regras de coleção e não exponha dados confiando apenas no cliente frontend.

44. Bytebase

O Bytebase organiza mudanças SQL, revisão, inventário, políticas e trilha de auditoria para bancos. É útil em empresa pequena que cresceu além de “executar este script em produção”.

É open core/source-available; confirme recursos e licença da Community Edition. Risco: alto, pois concentra credenciais de bancos. Use contas separadas por ambiente, privilégio mínimo, MFA/SSO quando disponível e backup próprio. Comece com inventário e revisão antes de permitir execução automática de migrations.

45. LibreDB Studio

O LibreDB Studio é uma IDE SQL MIT autohospedada, com editor, navegação e conexões a bancos pelo navegador. Em agosto de 2026 era ativa, mas ainda jovem.

Consumo: baixo a moderado. Risco: alto por guardar conexões e permitir comandos destrutivos. Mantenha em rede administrativa, use usuário somente leitura por padrão, proteja segredos e desative compartilhamento desnecessário. Para DDL ou correções, tenha dump recente e transação preparada.

46. Docker GitHub Actions Runner

O docker-github-actions-runner registra um runner self-hosted no GitHub. Ele permite CI perto das imagens, caches e hardware do Unraid, evitando minutos hospedados e possibilitando dispositivos especiais.

Todo workflow executado ganha o poder disponível ao runner. Não aceite PRs não confiáveis em runner persistente com acesso a shares, socket ou segredos. Prefira runner efêmero, repositório privado, token de escopo mínimo e rede isolada. Consumo: depende dos jobs; builds podem saturar CPU, RAM e I/O.

47. LocalStack

O LocalStack emula APIs AWS como S3, SQS, SNS, Lambda e DynamoDB para desenvolvimento. É valioso para testes offline e integração sem criar recursos reais ou gastar por engano.

A edição Community é open source; recursos avançados são comerciais. Consumo: moderado/alto conforme serviços. Não use como substituto de produção da AWS e não presuma compatibilidade perfeita. Persista somente estado necessário, separe credenciais fictícias das reais e fixe versão para que mudanças do emulador não quebrem testes silenciosamente.

48. Verdaccio

O Verdaccio é um registro npm privado e proxy cache MIT. Reduz dependência externa, acelera instalações repetidas e hospeda pacotes internos sem operar uma plataforma enorme.

Consumo: baixo, armazenamento cresce com cache. Ative autenticação, desabilite publicação anônima, limite uplinks e faça backup de storage/configuração. Um registry interno também é alvo de supply chain: proteja tokens, separe namespaces privados e revise quem pode sobrescrever versões.

49. Typesense

O Typesense oferece busca tolerante a erros, facetas e resposta rápida com API simples. É uma alternativa menor a Elasticsearch para catálogos, documentação e pesquisa interna.

O servidor é GPL-3.0 com ofertas comerciais. Consumo: RAM proporcional ao índice. Proteja a chave administrativa, entregue apenas chaves de busca limitadas ao frontend e persista o diretório de dados. O índice é reconstruível e não deve ser a única fonte dos documentos.

50. Meilisearch

O Meilisearch é um mecanismo de busca open source focado em experiência instantânea e configuração simples. Serve sites, lojas, bases de conhecimento e aplicativos pessoais.

Consumo: moderado e dependente do índice. Defina MEILI_MASTER_KEY, não exponha endpoints de escrita e guarde dumps/snapshots apenas como conveniência; mantenha a fonte canônica em outro banco. Planeje reindexação após mudanças de ranking, schema ou versão.

Produtividade pessoal, trabalho e empresa

51. Home-Ops

O Home-Ops reúne tarefas domésticas, calendário, receitas, refeições, compras, contatos, notas e registros de saúde. Em vez de oito apps pequenos, oferece um núcleo familiar privado.

É MIT, mas entrou no CA em agosto de 2026 e ainda tinha pouco histórico. Consumo: baixo/moderado. Faça laboratório antes de inserir informações médicas ou pessoais, confirme exportação e recuperação, use HTTPS e contas distintas. Integração ampla também concentra impacto de uma falha.

52. Budgero

O Budgero é um orçamento zero-based autohospedado, com entrada manual, regras, múltiplas moedas e importação YNAB/CSV. A proposta inclui criptografia ponta a ponta e licença open source.

Dificuldade: média. Confirme onde a chave é criada, como exportar e o que ocorre se a senha for perdida. Faça backup do banco e um export legível periódico. Dados financeiros não devem ficar em URL pública sem TLS, autenticação forte e atualização rápida.

53. Tagaris

O Tagaris mantém registro de ativos de TI para equipe pequena, MSP ou homelab: equipamentos, identidade e histórico em lugar mais adequado que planilhas soltas.

O aplicativo era novo no CA e sua licença precisa ser confirmada no upstream antes de uso empresarial. Consumo: baixo/moderado. Defina campos mínimos, etiquetas e política de descarte; não armazene senhas junto do inventário. Exporte regularmente, pois dados de ativos precisam sobreviver ao próprio sistema que os documenta.

54. Labby

O Labby documenta racks, dispositivos, IPs, topologia e pode oferecer console SSH e backup cifrado. É uma central interessante para quem já perdeu tempo procurando porta, endereço ou função de uma máquina.

Risco: médio/alto. Inventário completo e credenciais SSH tornam o serviço um alvo privilegiado. Comece sem segredos, use chaves dedicadas e escopo mínimo e restrinja por VPN. O projeto era jovem; valide formato de exportação e restauração antes de torná-lo fonte única da documentação.

55. invoice-collector

O Invoice Collector busca e organiza faturas, reduzindo trabalho manual para arquivo e conferência. O template usa rede interna própria e MongoDB separado.

Dificuldade: alta. Contas de fornecedores, e-mails e documentos fiscais exigem secrets, criptografia e retenção compatível com a empresa. Faça backup consistente do MongoDB e dos anexos, não apenas do container principal. Como o projeto entrou recentemente no CA, teste conectores com contas de baixo risco e acompanhe falhas silenciosas.

56. Cal.com

O Cal.com é uma alternativa autohospedável ao Calendly com tipos de evento, disponibilidade, integrações e reservas. Pode atender equipe comercial, consultoria e agenda pessoal.

A edição comunitária usa AGPL, com produtos pagos ao redor. Dificuldade: alta: PostgreSQL, e-mail, URL pública, jobs e OAuth de calendários precisam estar corretos. Proteja webhooks, reduza dados coletados de visitantes e teste fusos, horário de verão, cancelamento e lembretes antes de publicar.

57. Reactive Resume v5

O Reactive Resume cria, versiona e compartilha currículos sem publicidade ou rastreamento. A v5 tem template próprio no CA e é adequada para família, escola ou equipe de recolocação.

O projeto é open source; confirme a licença da versão atual. Consumo: moderado ao renderizar PDFs. Persista banco e arquivos, proteja links públicos e não inclua endereço completo ou dados desnecessários. Teste exportação PDF e backup antes de desativar outra fonte do currículo.

58. Overleaf

O Overleaf Community Edition oferece edição LaTeX colaborativa no navegador. É excelente para artigos, teses e documentos técnicos que precisam de compilação reproduzível.

É AGPL, porém nem todos os recursos do serviço comercial fazem parte da edição comunitária. Consumo: médio/alto em compilações; limite tempo e processos para evitar documentos maliciosos. A stack exige persistir projetos e banco. Mantenha atualizada, restrita e com backup testado de um projeto completo.

59. DocuSeal

O DocuSeal cria formulários PDF, fluxos de preenchimento e assinatura eletrônica. É open source/open core e pode substituir serviços externos em processos internos simples.

Risco: alto pelos documentos e evidências. Verifique requisitos legais do seu caso; uma assinatura desenhada não equivale automaticamente a certificado ICP-Brasil. Use HTTPS, SMTP seguro, retenção definida, backups do banco/uploads e trilha de auditoria. Confirme recursos da edição gratuita antes de planejar processo empresarial.

60. CryptPad

O CryptPad oferece textos, planilhas, formulários, quadros e armazenamento com criptografia no cliente. O servidor não deveria receber conteúdo em claro, uma vantagem para colaboração sensível.

É AGPL e tecnicamente mais exigente que um editor simples. Configure domínio, headers, WebSocket, sandbox e URL pública conforme a documentação; não improvise proxy. Faça backup de blobs, banco e chaves. Criptografia reduz exposição do conteúdo, mas metadados, disponibilidade e segurança dos navegadores continuam importantes.

Documentos e utilitários locais

61. Teedy

O Teedy é um DMS leve para importar, etiquetar, pesquisar, versionar e aplicar OCR em documentos. É uma opção menor que Paperless para arquivo doméstico ou de equipe.

O projeto é GPL e requer banco. Consumo: moderado durante OCR. Separe appdata, anexos e base, faça dump consistente e teste busca após restauração. Documentos pessoais e fiscais pedem autenticação forte e rede privada; indexação facilita encontrar tanto para o dono quanto para um invasor.

62. Standard Notes Server

O Standard Notes permite sincronizar clientes de notas com infraestrutura própria. O conteúdo é cifrado pelos clientes, preservando um modelo de conhecimento zero.

O self-hosting envolve serviços auxiliares e evolui com o upstream; use o template atual e a documentação da mesma versão. Dificuldade: alta. Faça backup de banco, uploads e chaves, valide login em cliente novo e mantenha código de recuperação fora do servidor.

63. PrivateBin

O PrivateBin armazena no servidor apenas conteúdo cifrado pelo navegador e cria notas com expiração. É leve e útil para trechos que não deveriam permanecer no chat.

Licença zlib, poucos recursos e baixo consumo. Use HTTPS, defina retenção curta, limite tamanho e proteja contra abuso se público. O servidor ainda vê IP, horário e tamanho, e quem recebe o link recebe também o segredo de decifragem; não o envie pelo mesmo canal comprometido.

64. PlantUML

O PlantUML Server renderiza diagramas a partir de texto. Wikis, pipelines e documentação podem gerar sequência, classes, componentes e infraestrutura sem instalar Java em cada cliente.

É open source e leve/moderado. Se aceitar diagramas públicos, imponha limite de tamanho e tempo; renderizadores já tiveram vulnerabilidades de leitura/SSRF ao longo dos anos. Fixe versão e mantenha atualizado. O código-fonte do diagrama deve ficar no repositório; a imagem gerada é artefato reconstruível.

65. CalendarIT

O CalendarIT é um calendário autohospedado leve com interface moderna. Faz sentido para agenda compartilhada simples quando Cal.com, Nextcloud ou groupware seriam excessivos.

É um projeto recente; confirme licença, exportação iCalendar e suporte a fuso antes de confiar. Consumo: baixo. Proteja autenticação, faça backup da base e teste eventos recorrentes, alterações de horário e restauração. Se integração CalDAV for obrigatória, confirme explicitamente: interface de calendário não implica protocolo padrão.

66. CyberChef

O CyberChef é a “faca suíça cibernética” do GCHQ para codificar, decodificar, comprimir, calcular hashes, analisar dados e montar receitas. Servi-lo localmente mantém material sensível fora de sites aleatórios.

É Apache-2.0 e roda majoritariamente no navegador. Consumo: baixo. Ainda assim, não cole chaves privadas em uma instância que você não controla e limpe histórico/downloads do navegador. Operações criptográficas úteis não transformam CyberChef em gerenciador de senhas nem garantem protocolo seguro.

67. QDirStat

O QDirStat visualiza o espaço por retângulos e diretórios, revelando rapidamente onde os terabytes foram parar. O container jlesage oferece GUI no navegador.

É GPL e maduro. Risco: alto se o share estiver em leitura/escrita, pois a aplicação apaga arquivos de verdade. Comece com mount somente leitura, escaneie um share por vez e não faça limpeza durante mover, paridade ou backup. A varredura pode acordar todos os discos e gerar I/O considerável.

68. Double Commander

O Double Commander é um gerenciador de arquivos em duas colunas, open source e familiar a usuários do Total Commander. No Unraid, ajuda em cópias, comparação e organização sem SMB no desktop.

Consumo: baixo/moderado. A conveniência de montar /mnt/user inteiro aumenta muito o impacto de erro ou falha. Dê acesso só aos shares necessários, mantenha lixeira/backup e evite mover grandes árvores entre user share e disk share, combinação capaz de causar perda pelo user share copy bug.

69. OmniTools

O OmniTools reúne ferramentas locais para imagem, vídeo, áudio, PDF, texto e desenvolvimento em uma interface web. É ótimo para substituir dezenas de conversores online que recebem seus arquivos.

O projeto é open source e relativamente leve, com picos durante conversão. Mantenha na LAN, defina limites e limpe temporários. Revise se o processamento ocorre no navegador ou servidor para dimensionar RAM e privacidade. Para lotes e automação repetível, prefira ferramenta CLI com parâmetros versionados.

70. scanservjs

O scanservjs oferece interface web para scanners USB ou de rede via SANE. Um scanner antigo pode virar recurso compartilhado sem driver em cada computador.

O template usa privileged, provavelmente para descoberta de dispositivos; tente mapear apenas o USB e remover privilégio se funcionar. Consumo: baixo, subindo no OCR/alta resolução. Restrinja usuários, proteja PDFs temporários e confirme que o scanner não desaparece ao mudar o identificador USB após reboot.

Mídia especializada, livros e coleções

71. PinePods

O PinePods é um servidor de podcasts com pesquisa, downloads, filas, progresso e sincronização entre clientes. É uma alternativa real a aplicativos que prendem inscrições e histórico em uma conta externa.

É open source e ativo. Consumo: moderado; áudio baixado cresce rapidamente. Separe appdata do diretório de episódios, defina retenção e faça backup da base, não necessariamente de todo arquivo recuperável. Se abrir para fora, use proxy HTTPS e autenticação; feeds privados contêm tokens no URL.

72. Koillection

O Koillection cataloga livros, jogos, moedas, miniaturas, equipamentos e qualquer coleção customizada, com campos, filtros, imagens e empréstimos.

O projeto é open source e requer banco. Consumo: baixo/moderado. Antes de cadastrar centenas de itens, defina taxonomia simples e teste exportação. Faça backup conjunto do banco e imagens; um dump sem uploads perde a parte visual. Para bens valiosos, não exponha publicamente inventário e localização.

73. Calibre-Web-Automated

O Calibre-Web-Automated acrescenta importação automática, conversão e organização ao Calibre-Web. Uma pasta de entrada pode alimentar a biblioteca sem abrir o Calibre desktop.

É open source e útil, mas escreve no banco e nos arquivos da biblioteca. Mapeie a mesma raiz de forma coerente, pare outros escritores durante migrações e mantenha cópia do metadata.db. Consumo: moderado ao converter. DRM e direitos autorais continuam valendo; use livros que pode armazenar e transformar legalmente.

74. LANraragi

O LANraragi indexa e lê arquivos CBZ/CBR/ZIP de mangás, quadrinhos e coleções de imagens. Plugins ajudam a extrair metadados e organizar acervos grandes.

É MIT e maduro. Consumo: moderado na indexação. Monte a biblioteca em leitura primeiro, valide tags e só depois permita alterações. Plugins de metadados podem consultar sites externos; revise origem e limites. Faça backup da base/configuração, pois os arquivos por si só não preservam toda a organização.

75. Libation

O Libation gerencia e exporta audiolivros de uma conta Audible, preservando metadados para uso pessoal. O container fornece GUI no navegador e grava na biblioteca do Unraid.

É GPL-3.0 e ativo. Consumo: baixo/moderado, com armazenamento alto. Conta, cookies e catálogo são sensíveis; restrinja a interface e proteja appdata. Confirme termos e legislação local sobre remoção de DRM e mantenha o uso em obras legitimamente adquiridas, sem redistribuição.

76. Storyteller

O Storyteller cria uma experiência de leitura imersiva sincronizando texto do e-book com narração do audiolivro. É um nicho excepcional para alternar entre ouvir e ler sem perder a posição.

O projeto é open source e ainda evolui. Consumo: moderado/alto durante processamento. Preserve os arquivos originais, use cópias de trabalho e persista banco/resultados. Alinhamento pode errar em edições diferentes do texto e do áudio; confira capítulos antes de apagar qualquer versão anterior.

77. MusicBrainz Picard

O MusicBrainz Picard identifica músicas por metadados e impressão acústica e grava tags/capas. Executado no Unraid, trabalha diretamente sobre a biblioteca sem copiar arquivos ao desktop.

É GPL e muito maduro. Risco: alto porque renomeia e altera metadados em massa. Faça amostra pequena, configure padrões, preserve datas quando necessário e tenha snapshot/backup. Álbuns raros, compilações e edições brasileiras exigem revisão manual; “match” automático não é verdade absoluta.

78. OwnTone

O OwnTone serve música por DAAP, MPD, AirPlay e integrações de rede. Pode transformar a biblioteca do Unraid em fonte para receivers, caixas e clientes antigos/modernos.

É GPL e ativo. O template usa host para descoberta e protocolos multicast. Consumo: baixo/moderado. Separe a biblioteca como leitura, proteja painel e MPD, configure VLAN/mDNS conscientemente e não exponha portas. Bibliotecas enormes pedem banco no SSD e scan fora do pico.

79. HandBrake

O HandBrake converte vídeo por GUI web e pode observar uma pasta para transcodificação automática. A imagem jlesage suporta passagem de GPU quando configurada.

É GPL e consolidado. Consumo: muito alto em CPU/GPU e I/O. Use diretórios de entrada, saída e temporário separados; nunca sobrescreva o original antes de verificar duração, áudio, legendas e qualidade. Limite recursos e evite transcodificar enquanto paridade ou backup intensivo está rodando.

80. MakeMKV

O container MakeMKV para Docker empacota o MakeMKV, que extrai vídeo, faixas, capítulos e metadados de discos para MKV sem recodificar. A imagem jlesage permite GUI web e automação ao inserir mídia.

Modelo: proprietário/freemium, com condições que mudam; confira licença atual. Passe somente /dev/srX e /dev/sgY do drive correto. O resultado ocupa muito espaço, então planeje destino e backup. Use apenas discos próprios e observe legislação local sobre proteção anticópia; não redistribua conteúdo.

Automação residencial, energia e hardware

81. EMQX

O EMQX é um broker MQTT com painel, regras, autenticação e capacidade muito superior a um Mosquitto básico. Atende laboratório IoT que precisa de observabilidade e políticas.

As versões atuais usam modelo open core/source-available; confirme licença. O template usa host, mas bridge pode bastar se descoberta não for necessária. Desative acesso anônimo, crie usuários/ACLs, use TLS fora da LAN e persista dados. Broker é barramento central: indisponibilidade ou credencial vazada afeta toda a casa.

82. openHAB

O openHAB é uma plataforma de automação residencial vendor-neutral, EPL-2.0, com regras e grande ecossistema. É a alternativa madura para quem quer algo diferente do Home Assistant.

O template usa br0 para descoberta e integrações. Consumo: moderado. Persista configuração, userdata e addons; controle versões dos bindings e faça backup antes de atualizar. Isole dispositivos IoT em VLAN, permita apenas fluxos necessários e mantenha automações críticas capazes de funcionar quando o servidor cai.

83. ioBroker

O ioBroker integra muitos fabricantes por adaptadores e oferece objetos, scripts, visualização e automação. É especialmente popular no ecossistema europeu/alemão.

É open source, porém qualidade e manutenção variam entre adaptadores. Consumo: moderado e crescente com integrações. Instale poucos por vez, leia permissões, fixe versões quando crítico e faça backup do diretório e configuração exportada. Não exponha painel nem APIs sem proxy/autenticação.

84. Homebridge

O Homebridge leva dispositivos sem suporte oficial ao Apple HomeKit. Plugins traduzem APIs de câmeras, TVs, sensores e hubs para o ecossistema Apple.

É Apache-2.0 e maduro; o template usa host por mDNS. Risco: plugins executam código com acesso a tokens e rede doméstica. Prefira plugins verificados, atualize em etapas e guarde backup da configuração e do código de pareamento. Uma ponte única simplifica, mas também vira ponto central de falha.

85. ChirpStack

O ChirpStack é um servidor de rede LoRaWAN open source. Recebe gateways, administra dispositivos e integra dados via MQTT/API, permitindo sensores de longo alcance sob controle próprio.

Dificuldade: alta: gateway bridge, broker MQTT, PostgreSQL/Redis conforme versão, frequências regionais e chaves precisam estar corretos. Faça backup de banco e chaves, escolha plano de canais legal no Brasil e não reutilize credenciais. Consumo moderado, mais dependente do volume de dispositivos.

86. diyHue

O diyHue emula uma ponte Philips Hue para integrar lâmpadas e controladores alternativos a aplicativos e assistentes compatíveis. É útil para preservar automações quando o hardware não é oficialmente aceito.

É GPL e usa br0 para descoberta. Risco: médio/alto: conflito de IP/mDNS e mudanças do ecossistema Hue podem quebrar compatibilidade. Fixe IP, mantenha backup da configuração e não permita acesso WAN. Luzes essenciais precisam continuar operáveis por interruptor físico.

87. ring-mqtt

O ring-mqtt publica dispositivos Ring e eventos no MQTT, possibilitando integrar câmeras, alarme e iluminação a automações locais.

É open source e ativo, mas depende da API/conta Ring e de tokens renováveis. Proteja appdata, use usuário MQTT restrito e prepare-se para mudanças externas. Não trate integração não oficial como único caminho para alarme ou segurança física. Vídeo e eventos devem permanecer em rede confiável.

88. Enphase Envoy MQTT

O Enphase-Envoy-MQTT empacota a coleta local de dados de inversores Enphase e os publica em MQTT. Isso viabiliza dashboards e automações sem depender exclusivamente do portal do fabricante.

O wrapper é MIT e recente; confira também o componente upstream utilizado. Guarde credenciais do Envoy e do broker, limite tópicos e use leitura. Consumo: baixo. Compare energia diária com o medidor/portal antes de usar valores para decisões financeiras ou controle de carga.

89. WeeWX

O WeeWX coleta estações meteorológicas, arquiva observações, gera páginas e envia dados a serviços. É GPL e maduro, excelente para uma estação pessoal ligada continuamente ao Unraid.

O template usa br0; hardware pode exigir USB ou rede. Dificuldade: alta por drivers, unidades e calibração. Persista banco, skins e configuração, faça backup e mantenha sensor/console em UPS quando necessário. Dados caseiros não substituem alerta meteorológico oficial.

90. Printbuddy

O Printbuddy centraliza impressoras 3D, filas e estado de uma pequena frota. É mais adequado a oficina, escola ou maker space que gerenciar várias interfaces isoladas.

O template usa host, e o projeto/edição devem ser avaliados quanto a licença e maturidade. Restrinja acesso, segmente impressoras e não permita que automação desative proteções térmicas. Consumo: moderado. Mantenha controle local e procedimento de parada física; software de conveniência não é sistema de segurança.

Aplicações de nicho que justificam o servidor

91. GoogleFindMyToolsWebUi

O GoogleFindMyToolsWebUi consulta celulares e rastreadores do Google Find My Device e encaminha posições novas ao Traccar ou PhoneTrack. É GPL-3.0 e entrou no CA em agosto de 2026.

Risco: crítico. O serviço automatiza login Google e manipula localização. Use conta dedicada se possível, senha/token fora de logs, appdata cifrado e nenhuma exposição externa. Confirme compatibilidade com termos do Google e espere que MFA ou mudanças de frontend quebrem o fluxo. Não use como rastreamento de emergência.

92. Find My Timeline

O Find My Timeline armazena localmente posições de dispositivos Apple Find My em SQLite e mostra rotas, bateria e cronologia. Oferece histórico que o aplicativo oficial não apresenta do mesmo modo.

Risco: crítico: credenciais Apple, 2FA e histórico de localização são um conjunto extremamente sensível. Isole, não publique, cifre backup e aplique retenção curta. O projeto é recente e pode quebrar com mudanças da Apple; não o use para segurança pessoal nem sem consentimento das pessoas rastreadas.

93. CamillaDSP-EQ

O CamillaDSP-EQ combina CamillaDSP e interface web para equalização, volume, presets e roteamento. Permite transformar o Unraid em processador de áudio para sistema doméstico ou ambiente externo.

Dificuldade: alta. Passe somente dispositivos de áudio necessários, comece com volume baixo e valide sample rate, canais e latência. Um filtro errado pode causar clipping ou danificar alto-falantes. Persista presets, guarde configuração funcional e mantenha controle físico de volume/mute.

94. SnapOtter

O SnapOtter oferece mais de duzentas operações para imagens, vídeo, áudio, PDF e arquivos, além de lotes, pipelines, API, OIDC e IA local opcional. É a caixa de ferramentas pesada que complementa OmniTools.

Consumo: variável e potencialmente alto. Monte uma pasta de trabalho, não todo o array, limite upload, CPU, RAM e temporários e exija autenticação. O projeto era relativamente novo; preserve originais e valide resultados em lotes pequenos antes de automatizar processamento destrutivo.

95. Local Deep Research

O Local Deep Research decompõe perguntas, busca fontes e produz relatórios com citações. Pode operar localmente com Ollama e SearXNG ou usar provedores externos.

É open source e ativo, mas “local” depende da configuração. Consumo: alto com modelos locais; RAM/VRAM determinam velocidade. Proteja chaves, contas e histórico, limite egress e confirme cada fonte: um relatório bem formatado ainda pode citar incorretamente ou inventar sínteses. Use como assistente, não autoridade.

96. Whishper

O Whishper é uma interface de transcrição baseada em Whisper para áudio e vídeo, com processamento local e tradução conforme backend. É útil para reuniões próprias, entrevistas e arquivo pessoal.

Consumo: alto em CPU; GPU reduz tempo. Separe uploads e resultados, configure exclusão de temporários e restrinja usuários. Áudio pode conter biometria e informação confidencial; obtenha consentimento e não envie a APIs externas sem perceber. Revise nomes, números e trechos críticos manualmente.

97. MagicMirror²

O MagicMirror² é uma plataforma MIT para painéis e espelhos inteligentes. Calendário, clima, transporte, fotos e automação podem ocupar uma tela simples controlada pelo Unraid.

O core é maduro, mas módulos comunitários variam muito. Revise código e permissões, proteja tokens de calendário e não mostre informação privada em tela visível. Consumo: baixo/moderado. O container serve a interface; um Raspberry Pi ou navegador em modo quiosque pode ser o cliente.

98. TileServer GL

O TileServer GL serve mapas vetoriais MBTiles, estilos MapLibre e tiles rasterizados. Permite mapas offline, dashboards internos, rastreamento e projetos geográficos sem enviar cada consulta a terceiros.

É open source e ativo. Consumo: moderado/alto ao renderizar; dados cartográficos ocupam muito espaço. Mantenha MBTiles em share de dados, cache no SSD quando útil e limite acesso. Respeite licenças e atribuição de OpenStreetMap e de cada conjunto de tiles.

99. Nightscout

O Nightscout visualiza dados de monitor contínuo de glicose e os disponibiliza a cuidadores e integrações. É AGPL e sustentado por uma comunidade de pacientes.

Risco: muito alto por envolver saúde e disponibilidade. Use documentação oficial, HTTPS, segredo forte, backup do banco e monitoramento externo. Não exponha sem autenticação e não use a instalação como substituto de orientação médica, alertas oficiais do fabricante ou método de emergência. Valide fusos e atraso dos dados.

100. PhotoStructure

O PhotoStructure indexa fotos e vídeos, detecta duplicatas e organiza bibliotecas espalhadas sem exigir migração imediata. É particularmente bom para descobrir cópias e acervos antigos em muitos shares.

Modelo: proprietário/freemium; confirme recursos e preço atuais. Monte originais como leitura durante avaliação, coloque biblioteca/cache no SSD e espere consumo alto na primeira indexação. Deduplicação automática merece revisão; sem backup, “duplicata” apagada pode ser a única cópia íntegra ou com metadados melhores.

Combinações práticas

Unraid pequeno, protegido e observável

  1. Storage History para tendência de capacidade.
  2. Borg Backup UI ou Duplicati para backup fora do servidor.
  3. ReelSentry se houver VMs importantes.
  4. MySpeed para histórico do link.
  5. OpenCanary como sensor opcional em rede separada.

Não instale duas soluções de backup apenas para sentir segurança. Escolha uma, configure destino independente e prove a restauração. A segunda cópia pode ser simples e offline.

Pequena empresa

  • Tagaris ou Labby para inventário, conforme foco em ativos ou homelab.
  • DocuSeal para documentos simples, após validar exigência jurídica.
  • invoice-collector para centralizar faturas, com banco e anexos protegidos.
  • Cal.com para agenda pública.
  • Umami para analytics do site sem plataforma publicitária.
  • Bytebase e LibreDB Studio para separar governança de mudanças da consulta cotidiana.

Laboratório de desenvolvimento

  • PocketBase para projetos pequenos e protótipos.
  • LocalStack para integração AWS sem recursos reais.
  • Verdaccio para pacotes npm internos/cache.
  • Typesense ou Meilisearch, não ambos inicialmente.
  • GitHub Actions Runner efêmero e isolado.
  • docker-socket-proxy quando uma ferramenta precisar apenas ler parte da API Docker.

Biblioteca de mídia física e digital

  • MakeMKV preserva disco próprio sem recodificar.
  • HandBrake produz uma versão menor, mantendo o original até a validação.
  • MusicBrainz Picard corrige música em lotes pequenos.
  • Calibre-Web-Automated organiza e-books.
  • Storyteller cria leitura sincronizada quando há e-book e audiolivro compatíveis.
  • PinePods cuida de podcasts e retenção.

Casa conectada fora do óbvio

  • EMQX como broker quando Mosquitto ficou limitado.
  • ChirpStack para sensores LoRaWAN.
  • Enphase Envoy MQTT para geração solar.
  • WeeWX para estação meteorológica.
  • Homebridge para acessórios não oficiais no HomeKit.
  • CamillaDSP-EQ para áudio, isolado das automações de segurança.

Plano de instalação em ondas

Onda 0 — inventário e recuperação

Antes de instalar, registre pools, shares, portas, redes, UID/GID, destinos de backup e espaço livre. Atualize o Unraid e o Community Applications, examine o Action Center e faça backup do flash e appdata atual. Tenha outro dispositivo capaz de ler as instruções se o servidor ficar fora do ar.

Onda 1 — um backup e um teste

Escolha Borg Backup UI, Dockkeep ou Duplicati. Use um destino fora do pool de origem e restaure uma pasta completa em caminho novo. Só avance quando souber onde estão chave, configuração, dados e logs do job.

Onda 2 — visibilidade de baixo risco

Instale Storage History, Glances ou MySpeed. Observe por uma semana. Isso cria uma linha de base de CPU, RAM, rede e crescimento antes de adicionar cargas.

Onda 3 — plugins e acesso ampliado

Adicione no máximo um plugin ou container com host, br0, dispositivo, privileged ou socket por vez. Guarde captura do template e anote por que cada permissão existe. Remova qualquer acesso que não tenha justificativa concreta.

Onda 4 — aplicativos com banco e dados reais

Crie banco/usuário dedicados, configure SMTP, autenticação e proxy, depois importe uma amostra. Teste exportação e restauração antes do conjunto completo. Nunca dependa de “recriar o container” para recuperar banco ou upload.

Onda 5 — exposição externa

Somente serviços que realmente precisam ser públicos devem receber domínio. Use proxy HTTPS, MFA/OIDC quando suportado, rate limit, logs e monitoramento externo. A WebGUI, Docker API, bancos, painéis de rede, QDirStat e ferramentas administrativas devem permanecer em LAN/VPN.

Recomendações práticas

  1. Comece por Storage History e um backup restaurável. Eles entregam mais valor que outro painel bonito.
  2. Use Docker Cleanup e Appdata Cleanup Plus como ferramentas de revisão. Não autorize exclusões por ansiedade de liberar espaço.
  3. Para backup simples, escolha Duplicati; para método Borg, Borg Backup UI; para combinar Restic/Rclone, Dockkeep. Não há vencedor universal.
  4. Para observabilidade leve, Glances + MySpeed bastam. Alloy e Vector só valem quando existe um destino central e uma pergunta clara.
  5. KyDNS é promissor, não comprovado. Mantenha DNS reserva até o projeto amadurecer.
  6. Use OpenCanary como alarme, não defesa. Correção, segmentação, MFA e backups continuam sendo controles reais.
  7. Nunca entregue Docker socket diretamente por conveniência. Teste docker-socket-proxy com endpoints mínimos; se não funcionar, reavalie se o aplicativo vale o risco.
  8. Para empresa, prefira projetos maduros e exportáveis. Home-Ops, Tagaris, Labby, CalendarIT e outros recém-chegados devem começar com dados descartáveis.
  9. Aplicativos de localização e saúde merecem a maior barreira. GoogleFindMyTools, Find My Timeline e Nightscout não devem ficar públicos nem ser a única fonte de segurança/decisão médica.
  10. Remova o que não demonstrar valor em trinta dias. Cada container traz atualização, backup, credencial, porta e superfície de ataque.

O que ficou deliberadamente de fora

  • Todos os 314 nomes normalizados já presentes nas pesquisas 010 e 071.
  • Plex, Jellyfin, Emby, Nextcloud, Home Assistant, Immich, Vaultwarden, Pi-hole, AdGuard Home, Sonarr, Radarr, Lidarr, Prowlarr e outros óbvios.
  • Bancos que existem somente como dependência de uma stack.
  • Templates duplicados do mesmo projeto, versões antigas e variantes de GPU/CPU.
  • Aplicativos marcados deprecated=true na API.
  • Projetos sem finalidade clara, templates que admitiam não funcionar e entradas recentes usadas apenas para completar quantidade.

Conclusão

Há vida excelente no Community Applications muito além dos aplicativos famosos. A melhor parte desta terceira leva não é um novo servidor de mídia: são utilitários que tornam o Unraid mais previsível, recuperável e compreensível. Storage History, Docker Cleanup, Borg Backup UI, Files Viewer, ReelSentry e HBAviewer resolvem problemas do próprio servidor. KyDNS, OpenCanary, LibreDB Studio, Storyteller, Printbuddy e CamillaDSP-EQ mostram o valor de um catálogo amplo para necessidades que quase nunca aparecem em listas genéricas.

Se eu montasse um Unraid pessoal hoje, começaria com Storage History, um único backup restaurado com sucesso e Glances. Depois escolheria no máximo dois aplicativos de conveniência ligados a uma necessidade real. Em uma empresa, exigiria exportação, autenticação, backup de banco e rota de migração antes de colocar dado importante em qualquer projeto recém-chegado.

O critério final não é “quantos apps cabem no servidor”, mas quantos você consegue atualizar, proteger, restaurar e explicar.

Fontes consultadas

As páginas oficiais, repositórios e templates específicos dos demais aplicativos estão ligados diretamente nas respectivas fichas. Licenças, planos comerciais e requisitos de versão devem ser confirmados no upstream antes de implantação em produção.


Nota sobre atualidade

Pesquisa concluída em 14 de agosto de 2026. O catálogo, templates, imagens, licenças, preços e estado de manutenção mudam rapidamente. Confirme a página do Community Applications, o template e o upstream antes de instalar ou atualizar qualquer item.

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