100 pubnixes, shells e comunidades da Internet em terminal

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Uma pubnix é uma máquina Unix compartilhada em que pessoas recebem conta, shell e espaço para criar ou conviver. A busca por 100 pubnixes tradicionais, distintos e com inscrição aberta não produziu evidência suficiente: os diretórios repetem nomes, incluem projetos encerrados e não registram a disponibilidade de cadastro. Por isso, com a ampliação de escopo autorizada, este mapa reúne 37 destinos comunitários Unix, 31 provedores de shell ou hospedagem SSH, 21 serviços de publicação/experiência em terminal e 11 laboratórios SSH da OverTheWire. Os grupos não são equivalentes; os últimos 32 itens não concedem conta Unix de uso geral.

Resumo executivo

Para experimentar uma pubnix de verdade, eu começaria por shellter.me, envs.net, tilde.guru, tilde.pt e SDF. Eles cobrem, respectivamente, FreeBSD com IRC, ecossistema comunitário amplo, BSD pequeno, comunidade lusófona e a tradição histórica dos sistemas Unix públicos. Para aprender OpenBSD, tilde.institute é interessante, mas havia aviso operacional sobre SSH em outubro de 2026; IRCNow Liberty Shells é outra via, sujeita a aprovação humana.

Se o objetivo for hospedar um projeto com mais previsibilidade, Uberspace, NearlyFreeSpeech.NET e Opalstack pertencem a outra categoria: hospedagem paga com shell, não comunidade pubnix. Se o objetivo for publicar pelo terminal, pico.sh e seus serviços são a referência mais direta. Para simplesmente conhecer uma Internet textual viva, late.sh, Telehack e shellcade são experiências próprias, sem shell Unix geral.

Leitura do estado: aberto significa que a página oficial descreve rota atual de inscrição ou acesso; manual exige contato ou aprovação; limitado tem fila, convite, público específico ou cadastro ainda não aberto; verificar indica site/documentação existente, mas admissão ou sessão SSH não comprovada nesta rodada; comercial exige plano ou pagamento, com preços e condições a confirmar no checkout. Resposta HTTP de um site não comprova que SSH, e-mail ou cadastro funcionem. Não criei contas nem executei comandos nos servidores.

Metodologia e critérios

Pesquisa realizada em 29 e 30 de outubro de 2026. Cruzei a lista de membros da Tildeverse, o diretório de tildes conhecidos, o registro de inativos e o diretório de outros tildes com páginas dos operadores, documentação de adesão, serviços e alterações recentes. Os diretórios serviram para descoberta, nunca como prova isolada de funcionamento. Para hospedagens, exigi documentação oficial de shell SSH no plano compartilhado ou produto citado. Para experiências, exigi site/repositório oficial que descrevesse o endpoint ou o fluxo. Quando a evidência não bastou, a ressalva aparece na própria entrada.

Os 100 números designam destinos ou produtos utilizáveis, não 100 operadores independentes: SDF-EU é um nó regional da família SDF, vários serviços Pico têm o mesmo operador e os 11 wargames finais pertencem à OverTheWire. Essa repetição de operador está explícita para evitar uma impressão falsa de diversidade institucional. A seleção privilegia personalidade, documentação, protocolos abertos, utilidade para criar ou aprender e interesse cultural; não é um ranking de segurança ou disponibilidade. Valores comerciais e recursos variam por plano e região.

I. Pubnixes e comunidades Unix compartilhadas — 1 a 37

Aqui há uma conta em ambiente compartilhado, ou uma proposta muito próxima disso. A descrição não promete vaga imediata.

  1. SDF — O clássico sistema Unix público: shell, páginas, comunicação e longa história comunitária. Entrada: aberto, com camadas de associação.
  2. SDF-EU — Nó europeu ligado à cultura SDF; opção geográfica distinta, mas da mesma família, com acesso Unix público. Entrada: verificar funcionamento do cadastro próprio antes de depender dele.
  3. tilde.club — Pioneiro do renascimento das homepages pessoais em shell compartilhada. Entrada: formulário com apresentação e chave SSH.
  4. tilde.town — Comunidade artística e social onde a Unix é lugar de encontro, não só hospedagem. Entrada: candidatura.
  5. tilde.team — Espaço inclusivo e não comercial de aprendizado e vida em Unix; centro importante da Tildeverse. Entrada: verificar disponibilidade atual da shell.
  6. Ctrl-C.club — Linux para páginas, jogos e pequenas criações; o cadastro estava fechado com fila de espera. Entrada: limitado.
  7. envs.net — Comunidade com shell, web, Gemini, Gopher, e-mail e ferramentas sociais. Entrada: solicitação com chave SSH.
  8. shellter.me — FreeBSD pequeno e generoso para IRC, Soju/ZNC, páginas e experimentos de rede; leia as regras. Entrada: manual.
  9. tilde.guru — FreeBSD e old web em escala humana, com IRC, Gopher e Gemini. Entrada: contato no IRC.
  10. tilde.green — Comunidade Linux acessível para páginas, wiki e aprendizado. Entrada: formulário.
  11. tilde.institute — Pubnix OpenBSD raro e educativo; inscrição passa pelo IRC. A notícia de 22/10/2026 alertava para possível pausa do SSH durante upgrade. Entrada: manual; confirmar operação.
  12. tilde.pink — Small net centrada em Gopher e Gemini com conta shell; a própria web é minimalista. Entrada: pedido por e-mail.
  13. tilde.pt — Servidor artesanal em português para páginas, shell e convivência. Entrada: contato humano.
  14. Texto-plano.xyz — Tilde OpenBSD em espanhol, com ênfase em texto, web pessoal e participação. Entrada: e-mail com chave e apresentação.
  15. rawtext.club — Comunidade deliberadamente pequena de texto, web, Gopher e Gemini; está em reconstrução. Entrada: manual e incerta.
  16. Cosmic Voyage — Pubnix de ficção científica colaborativa: a conta serve sobretudo para escrever dentro do universo comum. Entrada: candidatura temática.
  17. rw.rs — Shell de estética web 199X; cadastro via pull request com chave SSH. Entrada: revisão de identidade/atividade.
  18. Hashbang / #! — Rede de shells com ingresso por ferramentas de terminal; leia e verifique o script antes de executá-lo. Entrada: técnica.
  19. UNIX.dog — FreeBSD com e-mail, XMPP, Forgejo, Gemini e comunidade furry/queer acolhedora. Entrada: registro informado como aberto.
  20. tilde.fun — Linux, HTML estático e escopo simples, sem prometer PHP ou banco. Entrada: mensagem ao administrador; método antigo via SSH foi substituído.
  21. Hashnix Club — Comuna digital com shell, rádio e páginas; formulário indisponível, aceitando pedido por e-mail. Entrada: manual.
  22. CoralCMD — Um dos poucos ambientes coletivos em Illumos/OmniOS; web, correio e XMPP. Entrada: análise manual.
  23. oss.zone — Pubnix NixOS com web pessoal, Gemini e serviços livres federados. Entrada: solicitação.
  24. Project Segfault Pubnix — Shell e ambiente de aprendizagem ligado ao projeto de serviços livres; recursos extras têm regras próprias. Entrada: revisão manual.
  25. Sophia.Host — OpenBSD em hardware próprio, com web, correio, Git e Gopher. Entrada: contato; política de admissão não ficou clara.
  26. Tilde UnderNET — Comunidade uruguaia em Slackware, com Gemini e aplicações textuais. Entrada: apresentação e referência de participante.
  27. chaotic.ninja — Unix coletivo de cultura Touhou/anime, com espaço pessoal e rádio. Entrada: registro sujeito às regras.
  28. 4plt.ch — Pubnix Void Linux em Raspberry Pi, pequena por concepção. Entrada: formulário de aplicação.
  29. xinu.me — Comunidade Unix em espanhol, assíncrona e pessoal. Entrada: e-mail ou início via SSH com validação humana.
  30. ~fr — Tilde francófona de hackers, apoio mútuo e autogestão. Entrada: aproximação no IRC e chave SSH.
  31. remotes.club — Clube para trabalhadores remotos com conta shell e páginas; algumas descrições técnicas são antigas. Entrada: formulário; confirmar recursos atuais.
  32. Skylab.org — Cooperativa de Internet com longa tradição, FreeBSD e serviços discretos. Entrada: contato comunitário; admissão a confirmar.
  33. Catto Garden — Jardim digital pequeno, com presença em Web, Gemini, Gopher, IRC e XMPP. Entrada: verificar se há shell e vagas; a home não documenta ambos claramente.
  34. dataswamp.org — Comunidade OpenBSD com BBS e small net. Entrada: somente por convite.
  35. EFN Free UNIX Shells — Shells Unix, SFTP, web e IRC; use o registro atual, pois o endereço antigo falha. Entrada: formulário.
  36. crime.team — Pequeno Unix para sites de mulheres trans e pessoas AMAB não homens. Entrada: restrita a esse público; respeite o recorte comunitário.
  37. UNX.BZ — Pubnix FreeBSD/ARM voltado a sites pessoais e IndieWeb. Entrada: cadastro anunciado para o futuro; observar, não contar com vaga agora.

II. Provedores de shell e hospedagem com SSH — 38 a 68

Os primeiros são parentes próximos das pubnixes; os últimos são hospedagens comerciais convencionais nas quais SSH é ferramenta para administrar o próprio site. Não há comunidade multiusuário implícita. Compare preço final, quota, processos de fundo, portas, backup e política de uso antes de contratar.

  1. freeshell.de — Shell Linux gratuita e rica em recursos, incluindo web e containers; ativação pede um cartão-postal físico. Entrada: aberta, lenta.
  2. Blinkenshell — Shell orientada a IRC e pertencimento comunitário; plano gratuito requer recomendações, há apoiador pago. Entrada: seletiva.
  3. FromHell.ee — Shell gratuita focada em clientes, bots e bouncers IRC; exige presença no canal da comunidade. Entrada: manual.
  4. Panix — Provedor comercial histórico de conta Unix, e-mail, web e Usenet. Entrada: comercial.
  5. Nyx — Sistema público veterano com Linux shell, e-mail e Usenet; inscrição postal/identidade torna a entrada difícil fora dos EUA. Entrada: limitada.
  6. Kapsi — Associação finlandesa de hobby com servidores shell, páginas e IRC; associação anual. Entrada: comercial/associativa.
  7. HCoop — Cooperativa democrática de hospedagem, com shell e ferramentas geridas coletivamente. Entrada: associativa paga.
  8. IRCNow Liberty Shells — Contas OpenBSD para aprender e publicar, pedidas no IRC. Entrada: manual; confirmar disponibilidade com operadores.
  9. xShellz — Boxes Linux em sandbox por SSH ou navegador, hoje apresentadas também para agentes; não é um clube tilde. Entrada: verificar plano atual.
  10. RisingNet Domain Shell — Conta shell comercial orientada a IRC, Eggdrop/BNC e domínio. Entrada: comercial.
  11. Vshell Network — Shells comerciais para IRC, bots e bouncers, com SSH e cron nos planos. Entrada: comercial.
  12. Kire.net — Provedor especializado em shells Linux para ZNC, Eggdrop e vhosts IRC. Entrada: comercial.
  13. JEAH — Shells comerciais de IRC/BNC/Eggdrop e web; material de preço parece antigo. Entrada: comercial; solicitar cotação atual.
  14. Uberspace — Hospedagem gerenciada com SSH, runtimes e domínio próprio, muito próxima da experiência de uma conta Unix útil. Entrada: comercial com valor flexível.
  15. NearlyFreeSpeech.NET — Hospedagem independente cobrada por uso, com SSH/SFTP e foco em web pessoal. Entrada: comercial.
  16. Opalstack — Hospedagem de aplicações com shell, SFTP e suporte gerenciado. Entrada: comercial.
  17. alwaysdata — Plataforma de hospedagem multilinguagem com SSH documentado em todos os ambientes; útil para pequenos serviços web. Entrada: verificar limites do plano.
  18. Hostsharing eG — Cooperativa alemã de hospedagem administrada com shell SSH em Managed Webspace e Managed Server. Entrada: comercial/associativa.
  19. manitu — Hospedagem alemã com Bash ou Zsh por SSH nos planos web indicados. Entrada: comercial; conferir produto.
  20. Mythic Beasts — Host britânico de sites e servidores, com SSH conforme produto. Entrada: comercial; confirmar plano.
  21. Tiger Technologies — Hospedagem de sites que documenta shell Unix para contas elegíveis. Entrada: comercial.
  22. Hetzner Managed Web Hosting — Shell SSH em planos gerenciados elegíveis; serve a sites, não à vida de pubnix. Entrada: comercial.
  23. DreamHost — Hospedagem de sites com criação documentada de usuário shell. Entrada: comercial.
  24. GreenGeeks — SSH nos servidores web, habilitado por chamado ao suporte. Entrada: comercial.
  25. InMotion Hosting — Shell SSH também em hospedagem compartilhada, com guia atualizado em 2026. Entrada: comercial.
  26. Hostinger — SSH restrito ao diretório da conta em planos Premium Web ou superiores. Entrada: comercial, dependente do plano.
  27. SiteGround — SSH por chave para contas de hospedagem; não concede root. Entrada: comercial.
  28. Virt-Host IRC Shell — Conta comercial especializada em hospedar IRCd e conectar redes IRC; página oficial separa soluções de servidor, shell e bouncer. Entrada: comercial; conferir limites e preço atual.
  29. OVHcloud Web Hosting — Documenta SSH em ofertas de hospedagem web elegíveis. Entrada: comercial.
  30. shellbox.dev — MicroVM Linux pessoal comandada por SSH, isolada e paga por uso. É uma VM, não conta compartilhada. Entrada: comercial.
  31. Krystal — Shell em ambiente limitado para planos web e reseller; acesso é habilitado no painel. Entrada: comercial.

III. Publicação e lugares acessados pelo terminal — 69 a 89

Nesta seção o SSH é interface de aplicação, transporte ou forma de fazer deploy. Em geral, o serviço não permite executar comandos Unix arbitrários. Os produtos Pico são separados porque resolvem tarefas diferentes, mas pertencem ao mesmo operador.

  1. Pico.sh — Porta de entrada para um conjunto de serviços que usam ssh, scp, sftp e rsync como interface. Tipo: ecossistema, não shell geral.
  2. Pages / pgs.sh — Publica site estático com rsync e domínio próprio; produto do Pico. Tipo: publicação SSH.
  3. Prose.sh — Blog Markdown publicado por cópia de arquivos pelo SSH; produto do Pico. Tipo: publicação SSH.
  4. Tuns.sh — Expõe temporariamente um servidor local por túnel reverso SSH; produto do Pico. Tipo: túnel, cuidado com exposição.
  5. Pipe.pico.sh — Pub/sub de mensagens entre terminais autenticados por SSH; produto do Pico. Tipo: comunicação.
  6. Patchbin / pr.pico.sh — Troca e revisão de patches Git por comandos SSH; produto do Pico. Tipo: colaboração em código.
  7. Snips.sh — Publica e administra trechos de texto/código por SSH, com chave como identidade. Tipo: pastebin de terminal.
  8. SourceHut Pages — Hospedagem estática no ecossistema SourceHut, integrado a Git e ferramentas de linha de comando. Tipo: publicação por fluxo Git; não é shell pública.
  9. Codeberg Pages — Sites estáticos versionados em Git; SSH serve para enviar ao repositório, não para login Unix. Tipo: publicação Git.
  10. GitLab Pages — Sites estáticos publicados por pipeline a partir de repositório; Git pode usar SSH. Tipo: publicação Git.
  11. terminal.shop — Loja real operada em interface SSH; mostra o terminal como meio completo de interação. Tipo: aplicativo TUI.
  12. late.sh — Clube social no terminal com chat, música, arte e jogos. Tipo: comunidade TUI, sem shell geral.
  13. Telehack — Simulação explorável de ARPANET/Usenet e computadores históricos, acessível também por SSH. Tipo: mundo/simulador.
  14. NetHack.alt.org — Instância histórica de NetHack com partidas persistentes, espectadores e rankings. Tipo: jogo SSH.
  15. SSH-Tron de Zach Latta — Corrida multiplayer de light cycles em caracteres; o repositório documenta a instância. Tipo: jogo SSH; confirmar endpoint antes de convidar amigos.
  16. Netris — Jogo de blocos multiplayer com servidor público indicado pelo projeto. Tipo: jogo SSH; disponibilidade pode oscilar.
  17. foglet BBS — BBS moderna escrita em Elixir, com boards, chat e entrada SSH. Tipo: comunidade BBS em beta.
  18. ASCII Theater — Sessões coletivas de filmes convertidos em caracteres, entregues ao terminal por SSH. Tipo: cinema textual.
  19. ascii.town — Espaço de chat e jogos com entradas SSH separadas. Tipo: comunidade/arcade textual.
  20. shellcade — Arcade de jogos multiplayer via ssh shellcade.com, sem instalação ou conta para começar. Tipo: plataforma de jogos.
  21. TuiCraft — Hub SSH/web e motor para jogos TUI multiplayer; ainda jovem, com catálogo público inicial pequeno. Tipo: plataforma de criação e jogo.

IV. Onze laboratórios Unix por SSH — 90 a 100

Estes são 11 desafios distintos da mesma organização, OverTheWire, e não 11 provedores de conta pessoal. O catálogo oficial explica que cada jogo shell usa uma porta SSH própria. Acesso e credenciais iniciais estão na página de cada jogo. Incluí esta família porque ela permite explorar Unix compartilhado de modo prático e seguro dentro de um ambiente educativo autorizado.

  1. Bandit — Sequência acessível para aprender shell, arquivos, permissões, rede e comandos básicos.
  2. Leviathan — Pequenos desafios de raciocínio e engenharia reversa em Linux.
  3. Krypton — Criptografia progressiva com ferramentas de terminal.
  4. Narnia — Primeiro contato estruturado com exploração de binários.
  5. Behemoth — Exploração binária com menos orientação que Narnia.
  6. Utumno — Desafios avançados de binários e engenharia reversa.
  7. Maze — Continuação mais complexa da trilha de exploração.
  8. Vortex — Série extensa de níveis técnicos de segurança e Unix.
  9. Manpage — C e Linux vistos pelas armadilhas e detalhes das páginas de manual.
  10. Drifter — Wargame da linha de Vortex para quem já domina fundamentos.
  11. FormulaOne — Jogo resgatado do antigo intruded.net, acessado por SSH e voltado a desafios avançados.

O que ficou fora e por quê

  • tilde.cafe hoje redireciona para venda do domínio; Dimension.sh informa encerramento em fevereiro de 2026; Grex encerrou em 2023. Não entram como destinos ativos.
  • Vern mostrava página de indisponibilidade; Polarhome apresentava HTTPS problemático e status de conta insuficientemente claro. Não os recomendo para abrir conta sem nova checagem.
  • freeshell.org é endereço associado ao SDF, não uma segunda organização. Sites de listas antigas que agora são reciclagem, página padrão ou hospedagem de jogos não contam como provedores Unix.
  • VPS genéricas, clientes SSH instaláveis e softwares de pubnix autohospedável foram excluídos: esta é uma lista de destinos/serviços, não de ferramentas ou provedores de máquinas virtuais sem relação cultural com o tema. A única VM, shellbox.dev, foi mantida pela interface SSH incomum e está rotulada.

Recomendações práticas

  1. Primeira semana: peça uma conta em shellter.me e tilde.pt; enquanto aguarda aprovação, visite late.sh e Telehack e faça os primeiros níveis de Bandit. Isso testa quatro usos diferentes sem gastar.
  2. Comunidade e aprendizado: escolha depois um de envs.net, tilde.guru, SDF ou tilde.town. Leia o código de conduta e participe antes de pedir serviços persistentes ou grandes quotas.
  3. Publicação: use pico.sh/pgs.sh para uma página estática de teste. Escolha Prose para textos; use um repositório Git e backup local em paralelo.
  4. Projeto com banco ou processo contínuo: compare Uberspace, NearlyFreeSpeech.NET, Opalstack e hospedagens com SSH pela capacidade real do plano. Uma conta pubnix gratuita normalmente não é infraestrutura comercial.
  5. Higiene de SSH: crie chave diferente por destino, confira a fingerprint exibida pelo operador, não copie a chave privada para a shell compartilhada e não guarde segredos de produção ali. Antes de pagar, confirme custos em reais com câmbio e impostos do dia; antes de aderir, confira se o cadastro ainda está aberto.

Conclusão

Existem muitos lugares fascinantes na Internet em terminal, mas 100 pubnixes tradicionais comprovadamente ativos e abertos não emergiram da pesquisa. Os 37 destinos da primeira seção são o núcleo mais fiel; os demais ampliam de forma declarada para shells pagas, hospedagens SSH, publicação e experiências comunitárias. Para o seu perfil de small web, IRC e sistemas Unix, a combinação mais interessante é shellter.me + tilde.pt ou envs.net + Pico.sh, deixando uma hospedagem comercial para projetos que precisem de previsibilidade.

Fontes consultadas

Cada uma das 100 entradas contém link direto para a página oficial ou repositório do responsável, que sustenta sua descrição. Estas fontes transversais explicam classificação, histórico e exclusões:


Nota sobre atualidade

Pesquisa concluída em 30 de outubro de 2026. Admissão, endpoints, serviços incluídos, preços e limites podem mudar sem aviso; confirme nas fontes oficiais antes de criar conta, publicar dados ou contratar um plano.

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